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Jornal Online da UBI, da Região e do RestoDirectora: Anabela Gradim |
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i-Funcional, e-literário e sempre essencial
Diogo Caldas e Paulo Rocha e André Duarte e Rui Ferreira (enviado especial a Roma) e Daniela Teixeira (enviada especial a Roma) · quarta, 31 de mar?o de 2010 · Continuado
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António Fidalgo, professor da UBI, explica o impacto das tecnologias na sua vida |
22107 visitas Sem querer descurar da sua organização, o i-Phone funciona para o António Fidalgo como uma forma de se manter conectado com tudo o que necessita. Mesmo tendo adquirido o aparelho já há algum tempo, antes de este chegar à Europa, e tratando-se, ainda, de uma tecnologia de primeira geração, para o professor o i-Phone tornou-se peça fundamental do seu quotidiano pela fácil capacidade de comunicação, seja pelo acesso à Internet independentemente do local em que se encontra onde pode verificar o seu e-mail, seja pelo plano de dados por sete euros e meio que o aparelho dispõe que permite enviar mensagens escritas para qualquer lugar do mundo por um preço mais acessível e armazenar dados; e pela resolução gráfica que permite a leitura fácil de textos e fotografar com qualidade. A vertente funcional do aparelho dá-lhe garantias de organização, melhor comunicação pessoal e melhor acesso a informação. António Fidalgo não se deixa ficar atrás das evoluções tecnológicas, e com regularidade actualiza o software do seu i-Phone para actualizar, assim, o sistema. Por ser de primeira geração, considera que o principal defeito do seu i-Phone é a falta de conectividade com computadores pois não dispõe de nenhum dispositivo USB que facilite a conecção. O i-Phone tem duas aplicações que são significativas para o dia-a-dia do professor: com o update de software de 2.0, tem a possibilidade de sincronizar os contactos e as agendas através de um servidor. A grande vantagem é a gestão do dia-a-dia através de contactos e da agenda a par da recepção de e-mails que podem ser acedidos em qualquer parte. Outro aspecto que o satisfaz é o facto de ler livros no i-Phone. Enquanto professor, a gestão de ferramentas de utilidade são importantes para a sua profissão. De leitura fácil, o Sony e-Reader é uma bibioteca ambulante que, para António Fidalgo, prima pela tinta electrónica. Mais leve que o livro tradicional, o e-Reader quebra o mito da leitura difícil a que os computadores nos habituaram: com a tinta electrónica, a leitura é idêntica à tradicional. Considera o Sony e-Reader uma maneira confortável de andar com uma biblioteca atrás, podendo ir para viagem levando consigo centenas ou milhares de livros sem pesar na bagagem. Embora a leveza e facilidade de leitura, o e-Reader torna-se desvantajoso porque a essência de um livro é poder emprestá-lo e os livros novos são vendidos com uma protecção de direitos, o que torna difícil comprar livros on-line e partilhá-los com outros e-Readers, ou mesmo i-Phones. Vistos como autênticos canivetes suíços as novas tecnologias da comunicação fazem agora parte do insdispensável de António Fidalgo. Ambos ligados à funcionalidade, tanto o i-Phone como o Sony e-Reader de que faz uso, são ferramentas de um quotidiano que se tornou mais organizado, conectável e leve. Práticos e funcionais, as tecnologias de comunicação que possui melhoram o seu dia-a-dia sendo o seu nível de execução é a sua grande vantagem. Mas os avanços das novas tecnologias não se ficarão por aqui, e sobre isso o professor não se mostra céptico e diz que as pessoas têm que se habituar pois o telemóvel, por exemplo, trasnformara-se numa ferramenta imprescindível no dia-a-dia. No embalo das novas tecnologias da comunicação, o professor diz que os telemóveis serão o principal meio de comunicação do futuro, pois serão a principal fonte de informação, seja pessoal seja jornalística. «Há coisas que é impossível fazer sem o telemóvel» e segundo o professor, para a comunicação a Internet móvel vai ser uma mudança ainda mais radical no quotidiano: tornár-se-à um dispositivo tão essencial como um par de sapatos. É significante e fundamental para a convivência social, política, cultural e humana. Não consegue prever o que acontecerá daqui a dez anos, mas no que toca à Internet será sobretudo uma Internet móvel e isso trará impactos na educação, trabalho e sociedade. <voltar>
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